Ensaios para o carnaval 2018 motivam mudança em duas linhas na zona norte no mês de janeiro

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A SPTrans informa que para permitir os ensaios pré-carnavalescos no Sambódromo duas linhas de ônibus serão desviadas da Avenida Olavo Fontoura, na Zona Norte. A avenida terá interdições nos dois sentidos ao longo do mês de janeiro e as linhas 9717-10 e 9701-10 irão cumprir itinerários normais, mas desviando do local.

Confira abaixo as datas e horários em que haverá ensaios e por onde passarão os ônibus:

– 05/01/2018 das 19h00 às 22h30;
– 06/01/2018 das 17h00 às 01h45;
– 12/01/2017 das 19h00 às 23h45;
– 13/01/2017 das 15h00 às 03h00;
– 14/01/2018 das 15h00 às 23h00;
– 18/01/2018 das 19h00 às 22h30;
– 19/01/2018 das 19h00 à 01h00;
– 20/01/2018 das 13h00 às 03h00;
– 21/01/2018 das 15h00 às 23h00;
– 25/01/2018 das 19h45 às 23h15;
– 26/01/2018 das 20h15 à 01h00;
– 27/01/2018 das 15h00 às 03h00;
– 28/01/2018 das 14h00 à 00h30;
– 31/01/2018 das 19h00 às 23h45.
Confira a alteração das linhas:

9717/10 Jd. Almanara – Metrô Santana (Norte Buss)
Ida:
 Av. Dep. Cantidio Sampaio prosseguindo normal até Rua Antonio Nascimento Moura, Av. Brás Leme, Av. Santos Dumont, Praça Campo de Bagatelle, Rua Paineira do Campo, prosseguindo normal até a Rua Ezequiel Freire.
Volta: Rua Ezequiel Freire prosseguindo normal até Rua Voluntários da Pátria, Rua Santa Eulália, Av. Santos Dumont, Pça. Heróis da Força Expedicionária Brasileira, Av. Brás Leme, Rua Marambaia, prosseguindo normal até a Av. Dep. Emilio Carlos.

9701/10 Hospital Cachoeirinha – Metrô Santana (Sambaíba)
Ida: 
Av. João dos Santos Abreu, prosseguindo normal até Ponte Casa Verde, Av. Braz Leme, Rua Darzan, Av. Cruzeiro do Sul, Rua Duarte de Azevedo, Rua Ezequiel Freire, Rua Dr. Zuquim e Rua Gabriel Piza.
Volta: Rua Gabriel Piza, Rua Dr. Zuquim, Rua Olavo Egidio, Av. Cruzeiro do Sul, Rua Duarte de Azevedo, Rua Voluntários da Pátria, Av. Braz Leme, Ponte da Casa Verde, prosseguindo normal até a Av. João dos Santos Abreu.

Para mais informações ligue 156.

Secretaria Municipal de Mobilidade e Transportes

Fonte: SPTrans

Usuário tem até dia 6 para carregar bilhete único com valor antigo de R$ 3,80 em SP

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Os usuários do transporte público na Grande São Paulo tem até às 23:59 do dia 6 de janeiro para carregar o bilhete único com o valor sem reajuste, que entra em vigor no dia 7 de janeiro.

A tarifa atual de trens, metrô e ônibus em São Paulo é R$ 3,80 e vai passar a custar R$ 4. O anúncio foi feito pelo governo do Estado e pela Prefeitura de São Paulo no dia 28 de dezembro. O máximo que se consegue carregar em um dia é R$ 300 e o limite de créditos no bilhete é R$ 350. Não há validade para os créditos.

O valor da integração (ônibus e trilhos) também será reajustado, mas com um percentual menor do que o do ano passado. A alta será de 2,35%, passando de R$ 6,80 para R$ 6,96. Em 2017, o aumento foi de 14,8%.

Quem usa os bilhetes temporais (mensal e diário, com ou sem integração) também tem até 6 de janeiro para comprar créditos antes do início da vigência da nova tarifa e, assim, usar o serviço com o valor antigo.

 

Bilhetes temporais terão reajuste menor

A partir do dia 7, o mensal sem integração (somente ônibus ou somente trilhos), que hoje é R$ 190, vai custar R$ 194,30 para o usuário. O diário também sem integração vai aumentar R$ 0,30, passando a custar R$ 15,30. O valor do mensal integrado (ônibus e trens) será R$ 307,00. Com ele, o usuário tem direito a fazer até dez viagens por dia, durante 31 dias. O índice de aumento de 2,3% em relação ao preço atual vai fazer com que ele volte a ficar mais competitivo do que a tarifa comum.

Tarifa de ônibus será reajustada em 2018 na cidade de São Paulo, diz Doria

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O prefeito João Doria (PSDB) afirmou nesta quartafeira (20) à Folha que a tarifa de ônibus na cidade de São Paulo terá de ser reajustada para 2018. O tucano, porém, não informou o novo valor da passagem, hoje em R$ 3,80. “Para 2018, já teremos um ano de crescimento econômico. Consequentemente, redução gradual de desemprego. E nós temos que fazer uma atualização tarifária”, afirmou.

Ainda em 2016, um dia após ter sido eleito no primeiro turno, Doria anunciou o congelamento da passagem para 2017, o que fez explodir para a casa dos R$ 3 bilhões o valor repassado anualmente às empresas de ônibus pela prefeitura. “Neste ano [2017], havia uma razão para não haver aumento de tarifa, que era um ano de recessão, de forte desemprego, de flagelo social. Qualquer aumento de tarifa provocaria um impacto muito grande nesta população”, disse o prefeito.

Doria afirma que está sendo feito estudo com o governo estadual e, “muito em breve”, será anunciado o valor para ônibus, metrô e trens, estes dois sob administração estadual.

O secretário municipal de Transportes, Sérgio Avelleda, já havia afirmado que não descartava um aumento das tarifas de ônibus menor do que as de metrô e trens.

INTEGRAÇÃO

O último reajuste da tarifa unitária foi anunciado em dezembro de 2015, quando o prefeito Fernando Haddad (PT) e o governador Geraldo Alckmin (PSDB) subiram a passagem unitária de R$ 3,50 para R$ 3,80. O aumento foi de 8,6%, um um pouco abaixo da inflação acumulada -a previsão do IPCA para 2015 é de 10,72%.

No entanto, em abril, houve reajuste da integração para quem utiliza conjuntamente metrô, trem e ônibus na capital paulista.

O reajuste havia sido anunciado no início do ano, como uma saída para as equipes do governo do Estado e da Prefeitura de São Paulo cumprirem promessa de Doria de congelar a tarifa do sistema municipal.

A Justiça chegou a suspender este reajuste, apontando que pessoas que moram em locais mais distantes seriam mais prejudicadas. No entanto, após decisão do STJ (Superior Tribunal de Justiça), começou a valer o reajuste tanto na integração de ônibus com metrô ou trem (de R$ 5,92 para R$ 6,80) como nas modalidades diária (de R$ 16 para R$ 20) e mensal (de R$ 230 para R$ 300) -aumento acima da inflação.

Fonte: Folha de S. Paulo

Doria mudará regras de pagamento de empresas de ônibus em 2018

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A gestão João Doria (PSDB) mudará o sistema de remuneração de empresas de ônibus da cidade de São Paulo a partir de 2018. As empresas que conquistarem os futuros contratos com a prefeitura serão pagas com base em um cálculo complexo que leva em conta os custos das empresas, o cumprimento de viagens programadas, a opinião dos usuários do sistema e até a redução no número de acidentes.

Desde o mandato de Marta Suplicy (na época PT, hoje MDB), o pagamento às empresas é baseado no número de passageiros transportados.

O novo modelo estava em discussão desde o início do ano e, em junho, recebeu o apoio da entidade que representa as empresas de ônibus.

As regras dos novos contratos serão apresentadas nesta quinta-feira (21), num edital de cerca de 39 mil páginas que serão publicadas no “Diário Oficial” do município. A licitação segue agora para consulta pública e pode ser alterada antes da escolha das empresas e assinatura dos contratos. A consulta pública vai ficar aberta até fevereiro de 2018.

Além das mudanças nas regras de pagamento às empresas, o edital muda também a distribuição dos ônibus na cidade. Atualmente, há dois sistemas, o local (composto pelas antigas cooperativas de vans e peruas que atua nos bairros) e o estrutural (formado pelos grandes veículos que ligam regiões mais distantes).

O novo edital trará um terceiro sistema de veículos, chamado de “articulação regional”, que será a ligação entre o trânsito local dos bairros e os grandes corredores.

Esta proposta havia sido feita pela gestão Fernando Haddad (PT) na tentativa de licitar o sistema em 2015. A licitação não vingou por diversos questionamentos do Tribunal de Contas do Município.

Desde 2013, a prefeitura vem estendendo anualmente os contratos licitados em 2003. A partir de julho de 2018, não será mais possível renová-los. Por isso esse é o prazo para encerrar a licitação do edital liberado nesta quinta.

De janeiro a outubro deste ano, o sistema de ônibus na cidade custou R$ 6,6 bilhões (61% pago pelas passagens e 39% pelo caixa da prefeitura).

 

 

O CÁLCULO

O cálculo da remuneração inicialmente partirá da análise feita pela prefeitura dos custos das empresas a partir de quatro itens: salários (de motoristas e cobradores), despesas variáveis (combustível, lubrificantes e pneus), despesas fixas (manutenção dos ônibus e operação da garagem) e as despesas para manter a frota reserva obrigatória.

Sozinho, esse novo sistema proposto pode incentivar que as empresas de ônibus façam as viagens programadas sem se preocupar se os passageiros estão sendo transportados. Em última instância, o ônibus que rodasse vazio continuaria sendo pago de acordo com o seu custo.

Para evitar esse problema, a Secretaria de Transportes firmou uma série de critérios que podem resultar em abatimento da remuneração das empresas. Entre elas estão principalmente o não cumprimento de viagens programadas e o transporte de menos passageiros do que estimado.

Após os descontos feitos por esses dois critérios, entra a terceira fase do cálculo, que dará às empresas oportunidade de minimizar suas perdas. Caso diminuam anualmente em 4% os acidentes com mortes, adiantem suas metas de renovação da frota com combustível menos poluente, reduzam as falhas de manutenção e sejam bem avaliadas por usuários, as empresas poderão recuperar parte das perdas dos critérios operacionais.

Com esses cálculos a prefeitura diz que as empresas nunca conseguirão receber mais do que seus custos. A única hipótese em que isso ocorreria seria na distribuição de um “prêmio anual” para quem reduzir custos e aumentar a produtividade de suas rotas.

Assim, se o sistema municipal de ônibus for mais econômico do que o previsto pela prefeitura, metade do saldo dessa economia será rateada entre as empresas que ajudaram na economia.

Fonte: Folha de S. Paulo

Prefeitura de São Paulo fará consulta pública sobre licitação de ônibus

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SÃO PAULO (Reuters) – A prefeitura de São Paulo deverá abrir nas próximas duas semanas edital de consulta pública para uma nova licitação de ônibus na capital paulista, disse nesta terça-feira o secretário de mobilidade e transportes Sérgio Avelleda.

A quantidade de ônibus a serem licitados e os valores envolvidos no edital, no entanto, não foram informados pelo secretário.

A consulta pública deve durar mais de 30 dias, a pedido de entidades da sociedade civil, disse Avelleda, que espera que os contratos sejam assinados no primeiro semestre do ano que vem.

Entre os objetivos principais da prefeitura para a nova licitação estão: “uma licitação aberta, que garanta a competição, para que tenha de fato competição na cidade pelos lotes, uma rede mais inteligente, mais eficiente, ônibus mais modernos e acelerar o máximo possível a renovação da frota”.

A prefeitura também está conduzindo estudos para uma revisão da tarifa no ano que vem, disse Avelleda.

“Estamos concluindo os estudos internos, mas seguramente haverá tratativa com governo do Estado.”

(Por Natália Scalzaretto)

Fonte: Jornal Extra

Mudanças operacionais no bairro Vila Medeiros na zona norte

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A SPTrans informa que a partir deste sábado, dia 14, a linha de ônibus 172Y/10 Vl. Constança – Metrô Belém voltará a realizar seu trajeto original na região do bairro Vila Medeiros, devido ao término das obras do pontilhão sobre o córrego Maria Paula na Rua Tosca, no bairro Vila Medeiros, Zona Norte.

Confira abaixo o trajeto da linha:

172Y/10 Vl. Constança – Metrô Belém

Ida: Normal até a Rua Julio Buono, Rua Tosca, Rua Rolland Garros, Av. Gustavo Adolfo, prosseguindo normal.

Volta: Normal até a Av. Gustavo Adolfo, Rua Rolland Garros, Rua Tosca, Rua Julio Buono, prosseguindo normal.

Para mais informações ligue 156.

Fonte: SPTrans

 

Prefeitura de SP remaneja R$ 120 milhões para subsídios a empresas de ônibus

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Verba para cobrir descontos e gratuidades deverá chegar a R$ 3,3 bilhões no ano.

A Prefeitura de São Paulo remanejou R$ 120 milhões para o pagamento de subsídios que cobrem descontos e gratuidades no serviço de ônibus. A decisão, publicada nesta quinta-feira (28) no Diário Oficial, é mais um remanejamento feito pela administração municipal para cobrir esse tipo de despesa.

O subsídio é uma espécie de indenização prevista nos contratos com as empresas de ônibus para compensar as viagens com descontos. Cerca de R$ 2 bilhões já foram pagos em 2017, mais que o R$ 1,7 bilhão orçado. O valor deverá chegar a R$ 3,3 bilhões. A receita total da prefeitura estimada para o ano é de cerca de R$ 50 bilhões.

Desta vez, a verba foi retirada de ações ligadas a investimentos da prefeitura, como obras e instalações e aquisição de imóveis. Também houve retirada de valores de serviços de consultoria, passagens e despesas com locomoção.

O secretário da Fazenda do município, Caio Megale, afirma que o remanejamento é inevitável diante do gasto crescente com o serviço desde 2013, quando a Prefeitura pagou cerca de R$ 900 milhões para cobrir apenas a meia-entrada para estudantes. Ele aponta as gratuidades concedidas na gestão Fernando Haddad (PT) como uma das causas do aumento dos custos.

A idade para idosos usarem o ônibus gratuitamente caiu de 65 para 60 anos, e os estudantes da rede pública, de baixa renda e beneficiários de programas como o Prouni passaram a ter passe livre.

Segundo o secretário, a manutenção da tarifa em R$ 3,80 também pressiona o caixa. O congelamento foi anunciado pelo prefeito João Doria (PSDB) um dia após sua eleição, em outubro de 2016.

Entre as medidas adotadas para fechar reduzir as despesas estão o combate às fraudes contra o Bilhete Único, em parceria com a polícia, e um pente-fino que será feito nas autodeclarações de renda, conforme o G1 adiantou.

A gestão Doria também cortou em julho horas de uso do passe livre estudantil. Antes, o estudante podia fazer até oito embarques no ônibus durante as 24 horas do dia. Agora, o estudante pode fazer quatro viagens durante duas horas e, num outro período do dia, mais quatro viagens durante duas horas.

A mudança tem provocado seguidos protestos na cidade. Movimentos de estudantes alegam prejuízo à formação com a restrição à mobilidade do estudante pela cidade. Dizem que prejudica o acesso aos cursos, ao trabalho, muitas vezes necessário para pagar os estudos, e também a outras atividades que ajudam na formação do cidadão.

O prefeito João Doria defende que não houve prejuízo educacional aos estudantes e que a medida permite uma economia de R$ 70 milhões até o fim do ano.

A administração espera realizar neste ano a nova licitação do serviço de ônibus da capital. Uma das expectativas com o novo serviço é reduzir despesas com subsídios.

Fonte: Globo.com