Show de banda internacional no Allianz Parque motiva alterações de 27 linhas hoje

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A SPTrans informa que 27 linhas que operam na Zona Oeste terão seus trajetos modificados para facilitar a saída das pessoas que irão ao Show Sting – 57th & 9th Tour, no Allianz Parque. O evento ocorrerá neste sábado, dia 6, das 21h às 23h30. O evento será realizado na Avenida Francisco Matarazzo, 1705, no bairro da Água Branca, Zona Oeste.

Para mais informações ligue 156 ou acesse www.sptrans.com.br

 

Confira abaixo as 27 linhas que serão modificadas:

 

Poderá ser Interditada a Av. Francisco Matarazzo, após as 23h30 por 30 minutos até a dispersão do público na saída do evento.

 

8000-10 Terminal Lapa – Pça. Ramos de Azevedo

8400-10 Terminal Pirituba – Pça. Ramos de Azevedo

8542-10 Brasilândia – Pça. do Correio           

8549-10 Taipas – Pça. do Correio

8594-10 Cid. D’abril – Pça. Ramos de Azevedo       

8622-10 Morro Doce – Pça. Ramos de Azevedo

8677-10 Jd. Líbano – Pça da República         

8686-10 Mangalot – Largo do Paissandu                  

8696-10 Jaraguá – Pça. Ramos de Azevedo 

8696-41 Jaraguá – Pça. Ramos de Azevedo

938C-10 COHAB Taipas – Term. Princ. Isabel         

978J-10 Voith – Term. Princesa Isabel

Ida: normal até Rua Clélia, Rua Venâncio Aires, Rua Cayowaa, Pça. Marrey Junior, Av. Antartica, Pça. Tomás Morus e Av. Francisco Matarazzo, prosseguindo normal.

Volta: sem alteração.

 

129F-10 Conexão Petrônio Portela – Metrô Barra Funda

8055-51 Perus – Barra Funda

948A-10 Vila Zatt – Metrô Barra Funda           

Ida: normal até Rua Clélia, Rua Venâncio Aires, Rua Cayowaa, Pça. Marrey Junior, Av. Antartica, Pça. Tomás Morus, Rua Pedro Machado e Av. Auro Soares de Moura Andrade, prosseguindo normal.

Volta: Sem alteração.

 

Poderá ser interditada a Rua Palestra Itália, entre a Pça. Marrey Junior e Rua Caraíbas, após as 23h30 por 30 minutos até a dispersão do público na saída do evento.

 

8545-10 Penteado – Metrô Barra Funda         

Ida: sem alteração.

Volta: normal até Rua Pedro Machado, Av. Francisco Matarazzo e Rua Carlos Vicari, prosseguindo normal.

 

Poderá ser interditada a Rua Palestra Itália, entre a Pça. Marrey Junior e Rua Caraíbas, após as 23h30 por 30 minutos até a dispersão do público na saída do evento.

 

938P-10 Jd. Tereza – Metrô Barra Funda

938V-10 Jd. Vista Alegre – Metrô Barra Funda

978T-10 Jd. Guarani – Metrô Barra Funda

Ida: sem alteração.

Volta: normal até Rua Pedro Machado, Av. Francisco Matarazzo e Rua Carlos Vicari, prosseguindo normal.

 

 

Poderá ser Interditada a Av. Francisco Matarazzo, após as 23h30 por 30 minutos até a dispersão do público na saída do evento.

 

178A-10 Metrô Santana – Lapa

Ida: sem alteração.

Volta: normal até Rua Clélia, Rua Venâncio Aires, Rua Cayowaa, Pça. Marrey Junior, Av. Antartica, Pça. Tomás Morus, Rua Pedro Machado e Av. Auro Soares de Moura Andrade, prosseguindo normal.

 

Poderá ser interditada a Rua Palestra Itália, entre a Pça. Marrey Junior e Rua Caraíbas, após as 23h30 por 30 minutos até a dispersão do público na saída do evento.

 

874T-10 Ipiranga – Lapa

Ida: normal até Praça Marrey Júnior, Av. Antártica, Pça. Tomás Morus,  Av. Francisco Matarazzo e Rua Carlos Vicari, prosseguindo normal.

Volta: sem alteração.

 

Poderá ser Interditada a Av. Francisco Matarazzo, após as 23h30 por 30 minutos até a dispersão do público na saída do evento.

 

748R-10 Jd. Joao XXIII – Metrô Barra Funda

Ida: normal até Rua Clélia, Rua Venâncio Aires, Rua Cayowaa, Pça. Marrey Junior, Av. Antartica, Pça. Tomás Morus, Rua Pedro Machado e Av. Auro Soares de Moura Andrade, prosseguindo normal.

Volta: sem alteração.

 

Poderá ser interditada a Rua Palestra Itália, entre a Pça. Marrey Junior e Rua Caraíbas, após as 23h30 por 30 minutos até a dispersão do público na saída do evento.

 

809U-21 Metrô Barra Funda – Metrô Vila Madalena

Ida: normal até Av. Antártica, Pça. Marrey Junior, Av. Sumaré, Rua Aimberê, Rua Bartira, Rua Ministro Ferreira Alves e Av. Pompéia, prosseguindo normal.

Volta: Sem alteração.

 

856R-10 Lapa – Socorro

Ida: sem alteração.

Volta: normal Rua Venâncio Aires, Rua Cayowaa, Pça. Marrey Junior, Av. Antartica, Pça. Tomás Morus, Av. Francisco Matarazzo e Rua Carlos Vicari, prosseguindo normal.

 

Poderá ser Interditada a Av. Francisco Matarazzo, após as 23h30 por 30 minutos até a dispersão do público na saída do evento.

8615-10 Pq. Da Lapa – Term. Pq. D.Pedro II

Ida: normal até Rua Clélia, Rua Venâncio Aires, Rua Cayowaa, Pça. Marrey Junior, Av. Antartica, Pça. Tomás Morus e Av. Francisco Matarazzo, prosseguindo normal.

Volta: sem alteração.

 

Poderá ser interditada a Rua Palestra Itália, entre a Pça. Marrey Junior e Rua Caraíbas, após as 23h30 por 30 minutos até a dispersão do público na saída do evento.

 

875H-10 Terminal  Lapa – Metrô Vila Mariana

Ida: sem alteração.

Volta: Normal até Pça. Marrey Junior, Av. Antartica, Pça. Tomás Morus, Av. Francisco Matarazzo e Rua Carlos Vicari, prosseguindo normal.

 

877T-10 Vl. Anastácio – Metrô Paraíso

Ida: normal até Rua Clélia, Rua Venâncio Aires, Rua Cayowaa, Pça. Marrey Junior, Av. Antartica, Pça. Tomás Morus e Av. Francisco Matarazzo, prosseguindo normal.

Volta: sem alteração.

Secretaria Municipal de Mobilidade e Transportes

Fonte: SPTrans

Assaltos em ônibus da capital paulista crescem 55%

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Mesmo com pouco de dinheiro circulante nos ônibus da capital paulista (apenas 6% dos passageiros usam dinheiro para pagar a tarifa, segundo a SPTrans), os assaltos nos coletivos ainda preocupam.

As ocorrências aumentaram 55% na comparação entre os períodos de janeiro a março deste ano e do ano passado.

De acordo com dados da própria SPTrans, gerenciadora do sistema, no primeiro trimestre deste ano foram 99 roubos em ônibus contra 64 em igual período em 2016.

Os números foram obtidos pela Globo News por meio de da Lei de Acesso à Informação.

Ainda de acordo com a SPTrans, a linha com maior número de ocorrências nesse primeiro trimestre, totalizando 12 assaltos, foi a 8055 – Perus/Lapa, operado pela Viação Santa Brígida.

Apesar de os criminosos também levarem o dinheiro das catracas, como o pagamento com Bilhete Único representa a maior parte do sistema, o alvo principal acaba sendo o que os passageiros levam no percurso, especialmente telefones celulares.

Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes

Fonte: Diário do Transporte

Prefeitura de SP vai aumentar em até 20% tempo de travessia de pedestres

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Medida será adotada em vias com alta concentração de acidentes e faz parte do programa Maio Amarelo, lançado na terça-feira (2).

A Secretaria Municipal de Mobilidade e Transportes de São Paulo (SMT) lançou nesta terça-feira (2) o programa Maio Amarelo. Na ação, a capital paulista se soma a um movimento mundial e promove ações de conscientização no mês do trânsito.

As ações do Maio Amarelo começaram nesta terça (2) com uma intervenção urbana. “Estamos convidando pedestres a usar vendas ou sentar em uma cadeira de rodas para atravesar a Avenida Paulista com as mesma limitações que uma pessoa com defiência tem”, disse o Secretário Municipal de Mobilidade e Transportes de São Paulo, Sérgio Avelleda. A ideia é fazer com que a população entenda que essas pessoas precisam ser respeitadas, segundo ele.

Dentro do Maio Amarelo, a SMT lançou o programa Pedestre Seguro. É um conjunto de ações voltadas ao pedestre que tem como objetivo atingir a meta global de redução de acidentes na cidade de São Paulo.

Um dos itens do programa é melhorar o tempo de travessia do pedestre em vários pontos da cidade em vias com alta concentração de acidentes com pedestres. O aumento de até 20% do tempo de travessia começa a ser realizado já na próxima semana na Avenida Matteo Bei, na Zona Leste da capital, e pretende atingir 7 corredores durante o mês de maio. “Essa foi a primeira medida que me foi determinada pelo prefeito João Doria (PSDB) logo que me honrou com o convite para ser secretario”, explica Avelleda.

 

Outra ação do programa é o 100% Pedestre, uma iniciativa que busca o respeito à faixa do pedestre. “Quando a gente visita os países mais desenvolvidos, a gente vê que a faixa de pedestre é um lugar sagrado. Nós queremos que São Paulo assim seja”, declara. A conscientização vai ser concentrada nas 5 faixas que oferecerem maior risco ao pedestre, que terá a orientação dos agentes de trânsito na travessia. “Seguramente, depois de um tempo de fiscalização, os condutores comprirão a norma. E a gente poderá deslocar essa equipe de fiscalização para outros cruzamentos”.

Questionado sobre a ligação entre as mortes nas marginais e a alteração no limite de velocidade, o secretário afirmou que “segurança no trânsito não se faz com reflexões de poucas horas, se faz com ciência”.

Segundo ele, os dados apresentados tem uma metologia distinta dos dados da CET e a SMT está analisando as causas dos acidentes. “Os acidentes fatais envolvendo motociclistas nas marginais não indicam relação de causalidade imediata com o aumento da velocidade. Em alguns casos nós temos imagens e a velocidade estava muito menor do que a regulamentada”.

Os estudantes do três primeiros anos da rede municipal de ensino receberão uma aula obre educação no trânsito montada pela CET. “Vamos atingir 170 mil crianças que farão, como resultado da reflexão da aula, o selo amarelo que simboliza o nosso mês de Maio”, disse o secretário. Segundo ele, o roteiro da aula já foi distribuído nas escolas e os professores já estão treinados para essa aula.

Em parceria com a SMT, a 99 – empresa de transporte que conta com táxis e veículos particulares – distribuirá 300 racks de bicicletas para a sua categoria de táxi preto. “Não de pode olhar para o transporte de maneira isolada. A bicicleta precisa estar intregrada ao sistema para funcionar bem”, explica Avelleda.

Programação

Cada uma das cinco semanas deste mês terá um tema do Maio Amarelo. Nesta primeira semana é a vez dos pedestres, depois são os ciclistas, os motociclistas, o transporte coletivo e o tranporte individual. Durante todo o mês os principais monumentos de São Paulo receberam iluminação amarela e um laço permanecerá pendurado no prédio da SMT.

O mês recebe a cor dos novos uniformes dos agentes de trânsito da capital porque, no dia 11 de maio de 2011, a ONU decretou a Década de Ação para Segurança no Trânsito. “O objetivo do programa é chamar a atenção da sociedade para o alto índice de mortos e feridos no trânsito em todo o mundo”, afirma.

Todas as atividades pode ser encontrado no site do Maio Amarelo e as entidades que estiverem organizando seus eventos podem incluí-lo no calendário do portal.

Fonte: Globo.com

Prefeitura muda ordem de desconto de passe livre estudantil e vale-transporte

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Estudantes que vão à escola e trabalham terão passagens cobradas no cartão até que vale-transporte esgote – a partir de então o passe livre começará a ser descontado

Usuários reclamam que não foram avisados da mudança
Usuários reclamam que não foram avisados da mudança

SÃO PAULO – Há dez dias, a Prefeitura de São Paulo alterou o sistema de desconto para o passe livre e o vale-transporte. Os usuários reclamam que não foram avisados da mudança. Estudantes que vão à escola e trabalham agora terão as passagens cobradas no cartão até que o vale-transporte esgote – a partir de então o passe livre começará a ser descontado. A mudança, que afeta 30 mil usuários, não foi divulgada em canais oficiais da São Paulo Transporte (SPTrans) e ocorreu no dia 15 de abril, durante o feriado da Páscoa.

Antes, quando o estudante passava o bilhete único na catraca, a ordem de desconto era: primeiro o benefício estudantil, depois o vale-transporte e por fim o bilhete unitário comum. No campo de Dúvidas Frequentes, a ordem já foi modificada: agora, o vale-transporte passou a ser o 1º lugar.

Nas redes sociais, estudantes comparam o Manual do Estudante – com informações detalhadas sobre o benefício – e o canal de Dúvidas Frequentes, apontando a mudança na documentação sem informar os usuários. O Estado buscou no site da SPTrans o Manual do Estudante, mas o link para o documento resultava em erro e “página não encontrada”.

Regulamentada em fevereiro de 2015 pelo ex-prefeito Fernando Haddad (PT), a política do passe livre determinou que os estudantes têm direito a 48 viagens nos meses de aula e 24 durante as férias, nos meses de julho e dezembro.

Além dos estudantes do ensino fundamental, médio, técnico e EJA, da rede pública, outros alunos têm direito ao benefício, como bolsistas do Programa Universidade para Todos (Prouni), financiados pelo Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), além de estudantes do ensino superior da rede pública que comprovem renda familiar per capita de até 1,5 salário mínimo nacional.

Nesta segunda, o secretário municipal de transportes de São Paulo, Sérgio Avelleda, disse somente que “distorções precisam ser corrigidas” no sistema de gratuidades dos coletivos de São Paulo, destacando, entre as distorções, os descontos de estudantes que também trabalham. Avelleda, porém, não informou que a mudança já havia ocorrido há dez dias.

“É um problema quando você concede (gratuidades) indiscriminadamente. Estudante ter o passe escolar e fazer oito viagens diárias em nome do passe escolar gera uma forte despesa no sistema. Ele trabalha e não recebe mais o vale-transporte porque o passe de estudante já cobre, inclusive, o deslocamento para o trabalho. Isso é um equívoco. Essas distorções precisam ser corrigidas”, afirmou o secretário. Doria já havia dito ao Estado, ao completar 100 dias de governo, que revisaria as gratuidades do transporte público, mas não chegou a informar prazo.

De acordo com a SPTrans, a medida visa “a manter a finalidade de cada benefício”. Em nota, a entidade disse que “trata-se apenas de uma modificação na rotina nos validadores, sem implicações na política tarifária”.

O historiador Gustavo Lion Oliveira, de 22 anos, relata que a tia – beneficiária do passe livre estudantil – descobriu a mudança “por acaso”. A auxiliar de cozinha Márcia Aparecida, de 46 anos, trabalha de auxiliar de cozinha durante a manhã e cursa a Escola de Jovens e Adultos (EJA) no período da noite. Ao todo, por dia, faz seis viagens de ônibus. Um dia, conta Gustavo, a tia percebeu que o vale-transporte estava sendo descontado no deslocamento para a escola. “Poderiam ter comunicado pelo menos no site. Era o mínimo”, queixa-se o historiador.

“Minha tia parou de estudar na 5ª série. Quando queria voltar a estudar, a primeira coisa que me disse foi: ‘Não vou ter dinheiro para a passagem’. Expliquei que ela tinha direito ao passe livre, e agora ela já está cursando a 8ª série, terminando o supletivo. Essa alteração no passe livre vai impactar no bolso dela. Chegará um ponto em que não vai ter condições de estudar e trabalhar”, afirmou.

Procurada, a SPTrans disse que a medida visa a “manter a finalidade de cada benefício: Passe Livre para garantir o transporte à escola e vale-transporte para o deslocamento até o trabalho, evitando qualquer possibilidade de desperdício de dinheiro público”.

Fonte: Estadão

Faixas exclusivas de ônibus sofrem com buracos e sinalização falha

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As faixas exclusivas de ônibus da capital estão esburacadas, com pintura apagada ou desgastada e rachaduras em alguns trechos. O Vigilante Agora analisou dez vias de coletivos, duas em cada região da capital, na segunda­-feira (17).

No ponto mais conhecido da capital, a faixa da avenida Paulista, no cruzamento com a rua Augusta, em Cerqueira César (região central), havia um buraco tapado com cone. Os ônibus precisavam desviar do buraco, invadindo, assim, a pista dos carros.

“É complicado, atrapalha demais. Pode furar um pneu, quebrar o ônibus ou até acontecer um acidente”, explica um motorista de ônibus, que não quis se identificar.

Na avenida Brigadeiro Faria Lima, no Itaim Bibi (zona oeste), falha similar foi encontrada na altura do número 1.827. Além do buraco, há bocas de lobo que viram obstáculos. Diante de um ponto de ônibus havia até trecho afundado, formando valeta.

Na Avenida Imirim, na zona norte, buracos aparecem na altura do número 4004.
Na Avenida Imirim, na zona norte, buracos aparecem na altura do número 4004.

Um recapeamento nas pistas da avenida Washington Luís, no Jardim Aeroporto (zona sul), cobriu a divisão de faixas em grande parte da via. E na altura do número 4.070, a pintura do solo está totalmente apagada.

O trecho da faixa de ônibus do aeroporto de Congonhas é mais preservado, mas tem falhas na marcação do solo. “As várias pistas parecem uma só. Você não sabe se está invadindo a faixa dos ônibus, porque não tem essa indicação. Temo levar multas por causa dessa falta de sinalização. Confunde o motorista, tanto de carro quanto de ônibus”, conta o administrador Hélio Primolatto, 53 anos.

Em locais visitados pela reportagem, as faixas de ônibus são as que mais têm problemas em comparação com as outras pistas. Como o mesmo asfalto é usado em todas as pistas, as faixas, por onde passam veículos mais pesados, acabam sofrendo mais com buracos, rachaduras e ondulações.

OUTRO LADO

A Secretaria de Prefeituras Regionais, sob ges tão João Doria (PSDB), informa que foi publicada no Diário Oficial (8/3), a formação de um grupo de trabalho, que tem por objetivo realizar um estudo aprofundado para identificar o melhor modelo de contratação dos serviços relacionados à pavimentação e tapa­buraco na cidade São Paulo.

Também diz que as avenidas Fa ria Lima, Heitor Penteado, Cruzeiro do Sul e a rua da Mooca passarão por vistoria, e que já foram agendados reparos nas avenidas Vila Ema, Was hington Luís e Imirim. Já no Ipiranga, diz, o ser viço de tapa­buraco foi feito em março.

A Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) informa que todas as vias citadas pela reportagem estão sendo vistoriadas pelas equipes de campo, para que as falhas apontadas nas respectivas sinalizações de solo (pintura de faixas) sejam identificadas. De acordo com a necessidade de implantação ou manutenção, serão elaborados projetos para recomposição da sinalização, prevendo a pintura de faixas de travessia, balizamento, legendas e canalizações.

A SPTrans informa que já está previsto o recapeamento nos corredores de ônibus das ruas Clélia, Edgard Facó, Aricanduva, Imirim entre outros ao longo do ano e que os locais apontados pela reportagem serão vistoriados e eventuais problemas resolvidos.

Tatiana Cavalcanti – do “Agora”

Fonte: Folha de S. Paulo

Prefeitura de SP vai testar pagamentos via celular em ônibus

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Tecnologia funciona com smartphones específicos da Samsung e agiliza cobrança de passagens

Ônibus: passageiros poderão pagar usando celulares da Samsung

São Paulo — Uma das promessas do prefeito João Doria é acabar com a função de cobrador de ônibus. Como um movimento nesse sentido, Doria firmou uma parceria com a Samsung, durante uma visita a Coreia do Sul, para utilizar o sistema de pagamentos via celular, chamado Samsung Pay, em ônibus da cidade de São Paulo.

O teste será oferecido para a prefeitura para facilitar os pagamentos no transporte público, funcionando como um Bilhete Único no celular.

Ainda não se sabe exatamente qual linha de ônibus vai receber os testes com pagamentos via celular. Os aparelhos compatíveis com a tecnologia são os seguintes:

  • Galaxy S8 e S8+
  • Galaxy S7 e S7 edge
  • Galaxy S6, S6 edge e S6 edge+
  • Galaxy A5, A7 e A9 de 2016
  • Galaxy A5 e A7 de 2017

Os dispositivos utilizam tecnologias de pagamentos integradas a cartões bancários, cujos dados são armazenados em compartimentos criptografados (seguramente codificados) da memória. A linha mais popular de smartphones da Samsung, a Galaxy J, ainda não tem suporte para o Pay.

Procurada repetidas vezes pela redação, a Samsung não se pronunciou sobre o caso.

Fonte: Exame.com

Doria confirma que vai rever gratuidade nos ônibus para 2018

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Segundo o prefeito, há excessos, como dos estudantes

Algumas gratuidades hoje concedidas no transporte público da cidade de São Paulo estão com os dias contados e devem ser cortadas em 2018.

Pelo menos essa é a promessa do prefeito João Doria.

João Doria também afirmou que considera como acerto a decisão de congelar a tarifa de ônibus neste ano em R$ 3,80.
João Doria também afirmou que considera como acerto a decisão de congelar a tarifa de ônibus neste ano em R$ 3,80.

Em entrevista aos repórteres Adriana Ferraz, Bia Reis e Pedro Venceslau do jornal O Estado de São Paulo, num balanço sobre os 100 dias de governo, João Doria afirmou que o sistema da capital tem excessos e citou, por exemplo, o caso de dos estudantes que realizam até oito embarques por dia letivo.

João Doria também afirmou que considera como acerto a decisão de congelar a tarifa de ônibus neste ano em R$ 3,80, mesmo a medida elevando o gasto em subsídios mensais para R$ 260 milhões em média por mês. O prefeito disser que dá para bancar esse congelamento com responsabilidade fiscal

Dados da execução orçamentária mostram que até agora o senhor empenhou cerca de R$ 330 milhões em investimentos e executou de R$ 80 milhões a 100 milhões. Em contrapartida, a Prefeitura tem gasto R$ 260 milhões em média por mês em subsídio para manter a tarifa do ônibus congelada. O senhor falou antes sobre equívocos da sua gestão, no caso dos pichadores, decidir congelar a tarifa, mediante a situação econômica da cidade, também não foi um equívoco?

Não, foi um acerto. Não se pode fazer política pública apenas pelo lado financeiro. Deve ser pelo lado financeiro e social. É preciso um balanço. E essa foi uma decisão amparada no plano social. Uma cidade que tem 2,2 milhões de desempregados, num País que vive a pior recessão econômica de sua história, não há condições de impor uma alta de R$ 3,80 para R$ 4,40 (valor considerado necessário pelo setor). Não faria sentido.

E vai dar para bancar isso até o fim do ano? Não é uma decisão que afeta demais as outras áreas?

Evidentemente que afeta, mas dá para pagar, com responsabilidade fiscal. Isso é uma deliberação da Prefeitura, de ordem social. Não fui eu quem criei os benefícios, as gratuidades. São Paulo é a cidade do País com o maior volume de gratuidades. Belo Horizonte não tem gratuidades, não tem subsídio. Lá, o que se paga é o suficiente para atender a demanda do sistema, é o ideal. Mas não é assim em São Paulo. Aqui tem gratuidade para tudo, até gato tem gratuidade para andar de ônibus, é um exagero.

O senhor vai rever mais as gratuidades, pensa em reduzir?

Neste ano, não, revisar para o ano que vem, sim. Há excessos. Não se pode imaginar um estudante ter oito bilhetes gratuitos num final de semana. Eu entendo que a tarifa subsidiada deva ser para quem vai estudar, para quem vai trabalhar. Agora, oito convenhamos não é exatamente algo razoável, mas é o que existe (segundo portaria que regula esse benefício, o estudante tem o limite de até oito embarques por dia letivo, que pode ser ou não fim de semana).

De acordo com a gerenciadora de transportes da capital paulista, SPTrans, 23,9% dos embarques realizados nos ônibus em São Paulo não têm cobrança alguma de tarifa, dos quais 10,3% são idosos a partir de 60 anos, 10,7% estudantes com passe livre e 2,9% entre portadores necessidades especiais e categorias trabalhistas, como policiais e profissionais dos Correios. A política de aumento das gratuidades se intensificou após as manifestações populares contra os valores da tarifa de ônibus em junho de 2013, na gestão de Fernando Haddad à frente da prefeitura.

Idosos a partir de 60 anos passaram a contar em março de 2014, com gratuidades. Antes o benefício era a partir de 65 anos, como determina Estatuto do Idoso, que é lei federal.

Já no dia 19 de fevereiro de 2015, entrou em vigor a gratuidade total para estudantes dos ensinos fundamental e médio da rede pública, estudantes de curso de ensino superior da rede pública com renda familiar per capita de até um e meio salário mínimo, bolsistas do ProUni – Programa Universidade para Todos, estudantes financiados pelo Fies, integrantes do Programa Bolsa Universidade – Programa Escola da Família com renda de até um salário mínimo e meio, estudantes atendidos por programas governamentais de cotas sociais com renda de um salário mínimo e meio, estudantes de cursos profissionalizantes de nível técnico da rede estadual caso seja integrado com ensino médio.

O número total de estudantes com passe livre subiu de 508 mil em 2015 para 1,1 milhão de beneficiados em 2016. Isso, além dos que gozam de meia tarifa.

Hoje os estudantes representam 45% do total de passageiros que contam com isenção de tarifa.

O crescimento das gratuidades entre os estudantes foi de 73% nos dias úteis.

Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes

Fonte: Diário do Transporte

Aumento na tarifa de integração em São Paulo começa a valer no próximo sábado

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Após decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) que autorizou o reajuste das tarifas do transporte público do estado de São Paulo, o governo estadual anunciou hoje (10) que os novos preços passarão a valer no próximo sábado (15). Serão reajustadas as novas tarifas para os usuários que fazem a integração entre o Metrô e a CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) com os ônibus da capital paulista.

O valor da integração para quem pega metrô ou trem e também um ônibus subirá de R$ 5,92 para R$ 6,80.

Na última sexta-feira (13), o STJ autorizou o reajuste.
Na última sexta-feira (13), o STJ autorizou o reajuste.

O valor dos bilhetes mensais também será alterado. Segundo a Secretaria de Transportes Metropolitanos do estado, o bilhete 24 horas (indicado para mais de quatro viagens em 24 horas) custará R$ 15 o comum e R$ 20 o integrado. O bilhete mensal passará a custar R$ 190 o comum (sugerido para mais de 50 viagens) e R$ 300 o integrado (sugerido para mais de 44 viagens).

“O desconto do bilhete Fidelidade, por sua vez, será de até 10,5%, de acordo com o número de viagens. O mesmo percentual será aplicado aos bilhetes Madrugador (Metrô, das 4h40 às 6h15; e CPTM, das 4h40 às 5h35); e Da Hora (das 9h às 10h, nas linhas 8, 9 e 5), ambos fixados em R$ 3,40”, acrescentou a secretaria.

Histórico

No começo do ano, o governador Geraldo Alckmin havia aumentado o preço do bilhete de integração com os ônibus e das passagens intermunicipais, mas uma decisão judicial tinha suspendido o reajuste sob o argumento de que a política tarifária era desigual, sendo mais prejudicial aos residentes de periferias distantes do centro da capital paulista. No entanto, na última sexta-feira (13), o STJ autorizou o reajuste.

Fonte: Isto É

Fraude no bilhete único aumenta 820% com esquema de crime organizado

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Força-tarefa dos governos estadual e municipal identificou a forma de fabricação de créditos falsos que replica estratégia de ‘biqueiras’ do tráfico

SÃO PAULO – A entrada de um esquema típico do crime organizado nas fraudes no bilhete único fez o número de cartões apreendidos ou cancelados pela Prefeitura de São Paulo subir 820% no último ano. Se o golpe antes se concentrava em pequenos pontos de recarga irregular, agora bandidos se organizam em um processo hierárquico que, embora em proporções menores, é comparado pela polícia à “hierarquia” do tráfico de drogas.

Dados obtidos pelo Estado, por meio da Lei de Acesso à Informação (LAI), apontam que no ano passado houve 78.202 cartões apreendidos ou cancelados pelo sistema interno da São Paulo Transporte (SPTrans) por irregularidades e fraudes. Em 2015, 8,5 mil cartões haviam sido cancelados ante 3,8 mil em 2014 e 3,4 mil em 2013.

Os números incluem não apenas créditos falsos, mas também bilhetes com alguma gratuidade (estudante, idoso e pessoa com deficiência) usados de forma irregular. Segundo a SPTrans, a prática de recarga falsa começou a envolveu “volumes expressivos” em 2016. Foi neste ano que teve início a força-tarefa que integra os governos municipal e estadual, com SPTrans, Metrô e Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), além da ação do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic), para tentar entender como funciona a fraude.

Até agora, a polícia descobriu que o esquema começa com uma pessoa (ainda não identificada) que fabrica créditos falsos, usando um computador. Esses créditos são, então, transferidos pela internet para outros criminosos, que salvam essas recargas em notebooks e as revendem a outros bandidos – na analogia com o tráfico de drogas, esquema seria como o das “biqueiras” – em quantias que variam de R$ 10 mil a R$ 20 mil em créditos. Na sequência, a recarga falsa é feita nos bilhetes que são ofertados nas estações.

Segundo a polícia, no fim do dia, uma pessoa – geralmente um motoqueiro – faz a sangria e leva a maior parte do dinheiro, que varia entre R$ 600 a R$ 900 por estação. Essas informações foram coletadas depois de os policiais terem apreendido ao menos 23 notebooks e 2 mil cartões, além de ter detido 39 pessoas, segundo inquéritos analisados pelo Estado. Atualmente, há equipes policiais e das empresas de transporte tentando coibir a prática em todas as grandes estações da cidade.

Na maior apreensão desse tipo de crime já feita pela polícia, no ano passado, foram encontrados 452 cartões que, somados, tinham cerca de R$ 600 mil em créditos. Eles estavam na posse de quatro homens, três deles com passagem pela polícia. A suspeita é de que o quarto estivesse com eles para comprar os cartões, pois tinha cerca de R$ 4 mil em dinheiro.

Fiscalização. Sanar as fraudes no sistema é uma das bandeira da gestão do prefeito João Doria (PSDB), que quer repassar a administração do cartão para bancos privados. Pelo bilhete, circulam cerca de R$ 18 bilhões por ano. A SPTrans estima que existam 14,3 milhões de cartões ativos na cidade, mas não consegue precisar o tamanho do prejuízo com as fraudes.

Em nota, a Companhia do Metropolitano de São Paulo informou que “realiza constantes ações de fiscalização nas linhas de bloqueios das estações para evitar qualquer irregularidade, incluindo aquelas que envolvem o uso do bilhete único”. A CPTM informou que realiza fiscalizações “no limite das dependências”, “emite avisos sonoros e faz campanhas orientando os passageiros a só usarem postos oficiais” de compra.

Já a SPTrans destacou que a atual administração “encontrou um volume acentuado de fraudes” e adotou “uma série de medidas para intensificar fiscalização e combate às fraudes”. Em janeiro, a empresa anunciou o cancelamento de 9,9 mil bilhetes por suspeita de irregularidades. Mas ter o cartão bloqueado não é garantia de que houve algum problema. Em alguns casos, trata-se de erro da própria empresa.

Foi o que aconteceu com o produtor de vídeos Flávio Galvão de Morais, de 41 anos. Ele teve o cartão bloqueado há um mês e, segundo a informação que recebeu da SPTrans, o motivo era “suspeita de fraude”. “Eu nunca coloquei crédito em nenhum lugar que não fosse o próprio guichê ou as máquinas nas estações. E também não comprei o cartão de fora, mas na estação mesmo.”

Moraes se queixa que, desde o bloqueio, não conseguiu reaver os créditos que estavam em seu cartão. “A gente perde dia de trabalho por causa disso. E ainda tem de vir para essa central (da SPTrans, localizada na região central), que fica longe de tudo e, às vezes, nem consegue ser atendido”.

Procurada pela reportagem, a São Paulo Transporte informou que uma análise comprovou que não houve fraude no cartão de Moraes. Segundo a empresa, ele receberá um novo cartão com seus créditos.

Fonte: Estadão