SP ganha novas faixas exclusivas de ônibus

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A partir de segunda-feira, 11, novas faixas de ônibus estão sendo implantadas pela cidade de São Paulo. Na Avenida Santos Dumont, uma nova faixa exclusiva de 700m de extensão começa a operar entre a Avenida do Estado e a Rua Porto Seguro. A faixa funcionará de segunda a sexta-feira, das 6h00 às 22h00, no sentido bairro.

Já a da Avenida Nossa Senhora do Ó, com 300 metros, funcionará no sentido centro, entre a Avenida Inajar de Souza e a Rua Bartholomeu do Canto. Na Bartholomeu começa a funcionar uma faixa, com 300 metros, no sentido bairro, entre as avenidas Nossa Senhora do Ó e Inajar de Souza. Estas novas faixas funcionarão de segunda a sexta-feira das 6 às 20 horas, e aos sábados das 6 às 14 horas.

Com estas inaugurações a cidade conta agora com 506,2 km de faixas exclusivas para ônibus.

Fonte: Via Trolebus

Bilhete Único para desempregado é suspenso pela Prefeitura de SP

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Justificativa é possível impedimento em função de eleições deste ano.
Prefeitura consultará a Justiça sobre a concessão do benefício.

O Bilhete Único Especial para Desempregados foi suspenso pela Prefeitura de São Paulo. A justificativa é um possível impedimento por causa das eleições municipais deste ano.

A legislação proíbe que, em ano de eleição, a administração pública distribua bens, valores ou benefícios, exceto nos casos de calamidade pública, estado de emergência ou de programas sociais autorizados em lei já em execução orçamentária no exercício anterior. Por esse motivo, a Prefeitura consultará a Justiça sobre a concessão do benefício.

O decreto que criou o Bilhete Único Especial para Trabalhador Desempregado foi publicado em 9 de novembro do ano passado. O benefício seria válido por 90 dias e poderia ser solicitado no período de até três meses depois do fim do recebimento do seguro-desemprego. O beneficiário do programa poderia fazer até oito viagens por dia, durante os 90 dias.

O passe livre para os desempregados continua valendo nos trens da CPTM, do Metrô e nos ônibus intermunicipais da EMTU. A Justiça Eleitoral permite esse tipo de benefício, desde que ele já tenha sido autorizado por lei. No caso dos transportes metropolitanos, existe um decreto estadual de 1990 que garante esse direito aos desempregados.

Fonte: G1 – Globo.com

Rede Nossa São Paulo cobra informações sobre linhas e trajetos em ponto de ônibus

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São Paulo – A Rede Nossa São Paulo, entidade que reúne 700 organizações da sociedade civil, enviou nesta quinta-feira, 3, uma carta ao prefeito Fernando Haddad (PT) em que solicita que sejam fixadas, nos pontos de ônibus de São Paulo, informações sobre quais linhas passam no local e o trajeto percorrido. A instituição pede uma audiência com Haddad para tratar do assunto.

Segundo a direção da entidade, a carta foi enviada um mês após reunião entre a direção da Rede e o prefeito para tratar do tema. Assinada por 167 organizações, entre associações de moradores, institutos e fundações, a carta reforça a necessidade de uma política “que há tempos deveria ter sido implementada”.

No texto, a Rede solicita que, no menor prazo possível, medidas “simples” como a divulgação das linhas e do trajeto trariam “enorme benefício aos cidadãos” e revelariam “uma demonstração de respeito aos usuários do transporte público”.

“Faltam nos pontos de ônibus informações básicas ao cidadão: quais são as linhas que passam nestes locais e qual o trajeto percorrido. Não é a toa que nas paradas de ônibus de quase todas aos a cidades do mundo – grandes, pequenas e médias – tais informações estão disponíveis aos cidadãos há muitos anos. Certamente o prefeito deve ter constatado está realidade em suas viagens ao exterior”, diz a carta.

“É incrível que São Paulo, uma das maiores cidades do mundo, não tenha estas informações nos pontos de ônibus, obrigando, inclusive, alguns ativistas de boa vontade a grafitar o número das linhas que passam por lá. Esta responsabilidade deveria ser da Prefeitura”, continua a Rede Nossa São Paulo no texto.

A entidade pede que as informações sejam disponibilizadas em formatos acessíveis e inclusivos, com letra ampliada, em relevo ou braile, além de áudio.

Procurada, a Prefeitura de São Paulo não se posicionou até a publicação da matéria.

Criada há oito anos, a Rede Nossa São Paulo colaborou para o surgimento de 60 observatórios espalhados pelas cidades do Brasil. A instituição divulga balanços anuais com indicadores sobre qualidade de vida na capital. O último deles, Indicadores de Referência de Bem-Estar no Município (IRBEM), foi publicado no dia 19 de janeiro.

Fonte: Folha Vitória

Decreto do Plano Municipal de Mobilidade Urbana de São Paulo

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Leia o decreto que institui o Plano Municipal de Mobilidade Urbana de São Paulo.

DECRETO Nº 56.834, DE 24 DE FEVEREIRO DE 2016

Institui o Plano Municipal de Mobilidade Urbana de São Paulo – PlanMob/SP 2015.

FERNANDO HADDAD, Prefeito do Município de São Paulo, no uso das atribuições que lhe são conferidas por lei,

CONSIDERANDO que a Lei Federal nº 12.587, de 3 de janeiro de 2012, ao instituir as diretrizes da Política Nacional de Mobilidade Urbana – PNMU, determinou, em seu artigo 24, § 1º, que os municípios acima de 20.000 (vinte mil) habitantes, sujeitos à elaboração de plano diretor, elaborem Plano de Mobilidade Urbana, de maneira integrada e com ele compatível, ou nele inserido;

CONSIDERANDO que a Lei nº 16.050, de 31 de julho de 2014, que aprovou a Política de Desenvolvimento Urbano e o Plano Diretor Estratégico do Município de São Paulo, em seu Art. 229, exigiu que o Plano Municipal de Mobilidade Urbana fosse elaborado pela Prefeitura de forma participativa, devidamente promovida na conformidade dos elementos constantes do processo administrativo nº 2014-0.134.409-3;

CONSIDERANDO a necessidade de ser estabelecida a sistemática para a atualização periódica de que trata o inciso XI do Art. 24 da Lei Federal nº 12.587, de 2012, a fim de garantir o constante aprimoramento do planejamento da mobilidade urbana, DECRETA:

CAPÍTULO I
DISPOSIÇÕES GERAIS

Art. 1º Fica instituído, na forma do Anexo Único integrante deste decreto, o Plano Municipal de Mobilidade Urbana de São Paulo – PlanMob/SP 2015, em cumprimento ao disposto no artigo 229 da Lei nº 16.050, de 31 de julho de 2014, que aprovou a Política de Desenvolvimento Urbano e o Plano Diretor Estratégico do Município de São Paulo.

§ 1º O PlanMob/SP 2015 é o instrumento de planejamento e de gestão da Política Municipal de Mobilidade Urbana de São Paulo – PMMU, tendo por finalidade orientar as ações do Município no que se refere aos modos, serviços e infraestrutura viária e de transporte, que garantem os deslocamentos de pessoas e cargas em seu território, com vistas a atender às necessidades atuais e futuras da mobilidade em São Paulo para os próximos 15 (quinze) anos.

§ 2º Para melhorar as condições de mobilidade urbana, o Poder Executivo priorizará a adequação do planejamento, o ordenamento e a operação da circulação urbana, atuando em cooperação com entidades públicas e privadas, em consonância com as políticas ambientais, de uso e ocupação do solo, de desenvolvimento econômico e de gestão da mobilidade.

Art. 2º O PlanMob/SP 2015, para os fins da PMMU, considera a mobilidade e a acessibilidade urbana como resultante da política de transporte e circulação combinada com a Política Municipal de Desenvolvimento Urbano estabelecida no Plano Diretor Estratégico do Município de São Paulo.

§ 1º No PlanMob/SP 2015 foram adotados 3 (três) eixos fundamentais para orientar a análise e a definição das ações, instrumentos e projetos que serão implementados pelo Município nos próximos 15 (quinze) anos:

I – a mobilidade urbana como resultado de políticas públicas;

II – a organização do Sistema de Mobilidade Urbana para a oferta, com acessibilidade, de serviços universais, a partir da rede de transporte público coletivo e dos modos não motorizados de transporte;

III – o reconhecimento da mobilidade urbana como política fundamental para a melhoria da qualidade ambiental urbana.

§ 2º O PlanMob/SP 2015, no âmbito da gestão ambiental, busca reduzir os impactos ambientais gerados pelo Sistema de Mobilidade Urbana, em particular a minimização de poluentes veiculares, bem como incentiva as demais ações compatíveis com o combate à mudança do clima e à poluição do ar.

Art. 3º Os anos-meta não citados no presente decreto serão definidos pela Secretaria Municipal de Transportes, em consonância com a Lei nº 16.050, de 2014 – Plano Diretor Estratégico do Município de São Paulo.

Art. 4º Sem prejuízo do estabelecido na Lei Federal nº 12.587, de 3 de janeiro de 2012, e na Lei nº 16.050, de 2014, o PlanMob/SP 2015 é norteado pelos seguintes princípios:

I – acessibilidade universal;

II – desenvolvimento sustentável;

III – eficiência, eficácia e efetividade;

IV – equidade no acesso e no uso do espaço;

V – gestão democrática;

VI – justiça social;

VII – redução dos custos urbanos;

VIII – segurança nos deslocamentos.

Art. 5º Para direcionar o PlanMob/SP 2015 no sentido de mantê-lo centrado nos princípios fundamentais elencados no Art. 4º deste decreto, foram observadas as seguintes diretrizes, as quais refletem demandas próprias da Cidade de São Paulo:

I – democratização do espaço viário;

II – garantia do abastecimento e circulação de bens e serviços;

III – gestão integrada do trânsito, do transporte de pessoas e do transporte de bens e serviços;

IV – incentivo ao desenvolvimento técnico;

V – integração com a política de desenvolvimento urbano;

VI – prioridade aos pedestres e aos modos não motorizados de transporte;

VII – prioridade para o transporte público coletivo;

VIII – mitigação dos custos ambientais, sociais e de saúde;

IX – promoção do acesso aos serviços básicos;

X – promoção do desenvolvimento sustentável;

XI – qualificação do sistema de transporte coletivo.

Art. 6º Com o propósito de atingir as diretrizes enumeradas no artigo 5º deste decreto, o PlanMob/SP 2015 é orientado pelos seguintes e principais objetivos:

I – ampliação do uso do coletivo na matriz de transporte da cidade;

II – aperfeiçoamento da logística do transporte de cargas;

III – consolidação da gestão democrática no aprimoramento da mobilidade urbana;

IV – contribuição para a política de redução das desigualdades sociais;

V – implementação de ambiente adequado ao deslocamento dos modos não motorizados de transporte;

VI – incentivo à utilização de modos de transporte não motorizados;

VII – otimização do uso do sistema viário;

VIII – promoção da acessibilidade aos componentes dos sistemas de mobilidade urbana municipais;

IX – promoção da acessibilidade universal no passeio público;

X – promoção de melhorias na saúde e no bem-estar da população;

XI – redução de emissões atmosféricas produzidas pelo sistema de mobilidade urbana;

XII – redução do número de acidentes e mortes no trânsito;

XIII – redução do tempo médio das viagens;

XIV – homogeneização da macroacessibilidade da cidade.

Parágrafo único. O conjunto de objetivos enumerados no “caput” deste artigo será atingido na medida em que metas, indicadores e parâmetros de análise, ainda em desenvolvimento, forem definidos no âmbito do PlanMob/SP 2015, consultada a sociedade.

CAPÍTULO II
DO TRANSPORTE DE PESSOAS

SEÇÃO I
DO TRANSPORTE ATIVO

Art. 7º O PlanMob/SP 2015, no âmbito do transporte não motorizado, aborda:

I – a Política de Integração da Mobilidade Ativa;

II – o Sistema de Circulação de Pedestres, em especial:

a) as características da rede de circulação de pedestres no Município de São Paulo;
b) a infraestrutura necessária para o deslocamento seguro e confortável do pedestre;
c) as metas específicas para os pedestres e para a acessibilidade até 2016, 2018, 2020 e 2024;

III – o Sistema Cicloviário, em especial:

a) as suas diretrizes específicas, objetivos e elementos constitutivos;
b) a rede cicloviária estrutural, suas diretrizes específicas, componentes, classificação e metas específicas até 2016, 2020, 2024 e 2028;
c) as diretrizes específicas da infraestrutura cicloviária no sistema viário estrutural, nos eixos do sistema de transporte público coletivo, nas transposições, nas faixas de domínio de redes de serviços e nos parques lineares;
d) o estacionamento de bicicletas, em especial:
1. as estruturas e os tipos;
2. as suas diretrizes específicas;
3. as metas específicas até 2016, 2024 e 2028;
e) o Sistema de Bicicletas Compartilhadas, em especial:
1. as suas diretrizes específicas;
2. as suas metas específicas até 2016, 2024 e 2028.

Parágrafo único. Para os fins deste decreto e de seu Anexo Único, são considerados transporte ativo os modos de transporte por bicicleta e a pé.

SEÇÃO II
DO TRANSPORTE MOTORIZADO

Art. 8º O PlanMob/SP 2015, no âmbito do Sistema de Transporte Coletivo Público de Passageiros, aborda:

I – a classificação e a rede de corredores de ônibus;

II – o programa de novos corredores de ônibus;

III – o programa de faixas exclusivas de ônibus;

IV – o programa de novos terminais de integração;

V – as conexões e locais de transferência;

VI – o programa de operação controlada;

VII – a política tarifária e de bilhetagem;

VIII – o serviço de ônibus em rede, incluindo o calendário para implantação da:

a) Rede de Referência de Dia Útil e Sábado;
b) Rede de Domingo;
c) Rede da Madrugada;
d) Linhas de Reforço da Rede de Referência.

Art. 9º O PlanMob/SP 2015, no âmbito do Sistema de Transporte Coletivo Privado, aborda:

I – as suas diretrizes específicas para a melhoria do desempenho desse sistema;

II – as suas metas específicas até 2016, 2024 e 2028.

Art. 10 O PlanMob/SP 2015, no âmbito do transporte escolar privado, aborda:

I – as suas diretrizes específicas para a melhoria do desempenho desse sistema;

II – as suas metas específicas até 2018.

Art. 11 O PlanMob/SP 2015, no âmbito do transporte motorizado individual, aborda as ações específicas para:

I – o transporte motorizado individual remunerado de interesse público;

II – o transporte motorizado individual privado.

CAPÍTULO III
DO TRANSPORTE E LOGÍSTICA DE CARGAS E SERVIÇOS

Art. 12 O PlanMob/SP 2015, no âmbito do Sistema de Logística de Cargas, aborda:

I – as diretrizes e os objetivos da Política de Mobilidade de Cargas e Serviços;

II – as metas específicas para a logística e o transporte de cargas até 2016, 2017, 2018, 2020 e 2024;

III – as diretrizes e metas específicas para o transporte de cargas superdimensionadas e perigosas;

IV – as ações voltadas à atividade de transporte de pequenas cargas por motofrete e por bicicleta;

V – as ações voltadas à atividade de carga a frete.

CAPÍTULO IV
DA CIRCULAÇÃO DE PESSOAS E VEÍCULOS

Art. 13 A Secretaria Municipal de Transportes define, no PlanMob/SP 2015, a proposta para integrar e monitorar as áreas de trânsito e de transporte, no âmbito municipal, de modo a fazer a gestão do sistema viário centralizadamente.

Art. 14 O PlanMob/SP 2015, no âmbito da segurança no trânsito, aborda:

I – os objetivos específicos das ações em segurança no trânsito;

II – as metas específicas para a segurança no trânsito até 2016, 2017, 2018, 2020 e 2028.

Art. 15 O PlanMob/SP 2015, no âmbito do gerenciamento de estacionamento, aborda:

I – as diretrizes para o controle de garagens públicas e de estacionamento na via pública;

II – as ações específicas para gestão e oferta de garagens públicas e de estacionamento na via pública até 2016, 2018 e 2020.

Art. 16 O PlanMob/SP 2015 aborda o Sistema Hidroviário e o Sistema Aeroviário no Município de São Paulo.

Art. 17 O PlanMob/SP 2015 trata das interconexões da mobilidade urbana municipal com a intermunicipal.

CAPÍTULO V
DOS MECANISMOS DE PARTICIPAÇÃO POPULAR

Art. 18 A participação popular será exercida por meio:

I – do Conselho Municipal de Trânsito e Transporte – CMTT;

II – de audiências e consultas públicas presenciais e eletrônicas.

CAPÍTULO VI
DISPOSIÇÕES FINAIS

Art. 19 Para o acompanhamento e implementação das ações constantes do PlanMob/SP 2015 poderão ser constituídos Grupos Intersecretariais.

Art. 20 O Plano Municipal de Mobilidade Urbana de São Paulo deverá ser revisto periodicamente a cada 4 (quatro) anos, a partir da data de sua publicação, e as suas revisões deverão ser precedidas da elaboração de diagnóstico e de prognóstico do Sistema de Mobilidade Urbana do Município.

Parágrafo único. As revisões do PlanMob/SP deverão contemplar a análise do desempenho do Sistema Municipal de Mobilidade Urbana em relação aos modos, aos serviços e à infraestrutura de transporte no território do Município, mediante o uso de indicadores, bem como deverão contemplar a avaliação de tendências do sistema de mobilidade urbana, por meio da construção de cenários que deverão considerar horizontes de curto, médio e longo prazo.

Art. 21 O relatório técnico que contém o PlanMob/SP 2015 será disponibilizado na página eletrônica da Secretaria Municipal de Transportes.

Art. 22 A Secretaria Municipal de Transportes poderá editar outros atos normativos com o objetivo de garantir a eficácia e a efetividade das disposições do PlanMob/SP 2015.

Art. 23 Este decreto entrará em vigor na data de sua publicação.

PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE SÃO PAULO, aos 24 de fevereiro de 2016, 463º da fundação de São Paulo.

FERNANDO HADDAD, PREFEITO

JILMAR AUGUSTINHO TATTO, Secretário Municipal dos Transportes

FRANCISCO MACENA DA SILVA, Secretário do Governo Municipal

Publicado na Secretaria do Governo Municipal, em 24 de fevereiro de 2016.

 

Site oficial do Plano de Mobilidade Urbana

Download: Anexo – Decreto Nº 56.834/2016 – São Paulo/SP

 

Resultado da Participação Social de forma digital

Úteis e polêmicas, faixas de ônibus chegam aos 500 km em SP

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Na segunda-feira, 29 de fevereiro, a cidade de São Paulo chega a marca de 500 quilômetros de faixas exclusivas para ônibus, com a entrega de 4,2 km de espaços, em sua maioria no centro da capital. As estruturas são compartilhadas com táxis e dão agilidade e velocidade aos coletivos.

Segundo nota da Companhia de Engenharia de Trafego (CET), a meta inicial da atual administração era entregar 150 km, mas por conta da eficiência do programa, a medida foi ampliada.

“Até 2012, a cidade possuía somente 90 km de faixas exclusivas. Seguindo a política de valorização do transporte público, a Administração vem implementando uma grande malha em todas as regiões. Num primeiro momento, a meta de implementação era de 150 km. Diante dos resultados expressivos em benefício dos usuários a programação foi ampliada e se tornou permanente” – diz nota da companhia.

Existe também um componente político nesta medida. Em 2013, depois das manifestações contra o aumento na tarifa, o poder público se deu conta da demanda sobre mobilidade. Então, as faixas foram ampliadas “com um custo irrelevante”, de acordo com o prefeito de São Paulo, Fernando Haddad.

Junto com a rapidez, a exemplo da Avenida 23 de Maio, que após a implantação da estrutura, os ônibus ganharam velocidade em 46%, e até com a redução no nível de poluição, vieram as polêmicas: A mais recente é a da Avenida Giovanni Gronchi, que provou a ira de motoristas e moradores da região. Outra queixa foi por parte de comerciantes que antes tinha o privilégio de dispor de vagas em frente aos seus estabelecimentos, e depois foram suprimidas, a exemplo da estrutura da Avenida Mateo Bei, em São Mateus.

Ainda sim, a medida foi aprovada pela população. 90% dos entrevistados por uma pesquisa do Ibope em 2014, disseram ser favoráveis a ampliação do projeto.

Fonte: Via Trolebus

São Paulo registra queda de 28% em reclamações sobre ônibus

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Das queixas registradas no transporte público da capital paulista no que diz respeito ao ônibus, veículos que não atendem a embarque e desembarque são as principais reclamações reportadas à São Paulo Transporte – SPTrans: 24%. As informações foram reveladas pelo jornal Folha de São Paulo.

No terceiro ano da atual administração, esta é a primeira vez em que intervalo excessivo não aparece no topo da lista. Em 2015, cerca de 17% dos passageiros que reclamaram do transporte, ficaram mais tempo que o habitual esperando pela condução.

Os dados ainda revelam queda no número de reclamações: cerca de 28%, na comparação de 2014 com o ano passado. A prefeitura de São Paulo comemora os índices, dizendo que são “fruto de um conjunto de ações que a atual gestão têm implantado com o objetivo de melhorar o sistema municipal”. Uma delas é a ampliação das faixas exclusivas para os ônibus, que de certa maneira, retirou os veículos dos congestionamentos que possuem as estruturas.

Segundo ainda os dados, a conduta inadequada do operador aparece com 14% do total. Depois, com 11%, está a condução do veículo de maneira perigosa. O sistema de ônibus da maior cidade Brasileira transportou em 2015, 2,9 bilhões de passageiros.

Fonte: Via Trolebus

Ponto de ônibus ‘brutalista’ em São Paulo mistura concreto e vidro

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ponto_de_onibusPonto de ônibus ‘brutalista’ na marginal Tietê; estrutura mistura concreto, vidro e fibra

A Prefeitura de São Paulo já instalou 6.200 dos 6.500 novos pontos de ônibus previstos em contrato. Os abrigos que ainda faltam serão instalados nos corredores de ônibus que estão em construção.

Segundo a SPObras (empresa municipal de obras), são três tipos de pontos, instalados levando em conta a paisagem urbana do local.

Nas avenidas Aricanduva e Prof. Luiz Ignácio de Anhaia Melo (zona leste) e na pista local das marginais Tietê e Pinheiros, por exemplo, foi instalado o “brutalista” –usado em vias de grande movimento e viadutos. Ele tem estrutura e banco de concreto, fundo de vidro e cobertura de fibra.

Em alguns lugares, esses modelos também podem ter coberturas de vidro ou tela de aço. O modelo “caos estruturado” tem construção mais simples e foi instalado em quase toda a cidade.

Os novos pontos começaram a ser instalados em 2013 pela Ótima, empresa que venceu a licitação para explorar os espaços com publicidade.

Além dos abrigos, a empresa vai substituir 12.500 totens indicativos de parada. Ao longo da concessão de 25 anos, outros mil abrigos e 2.200 totens parada.

Fonte: Folha de S.Paulo

SPTrans inicia cadastro do Bilhete Único do desempregado

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Começa nesta segunda-feira, 15 de Fevereiro de 2016, o cadastro para o Bilhete Único do desempregado no sistema municipal de ônibus na capital paulista. Os trabalhadores que estão sem exercer suas funções e tiverem recebido a última parcela do seguro-desemprego em um período de até três meses antes da solicitação, poderão pedir o beneficio.

O cadastro é feito pela internet, por meio deste site, e os usuários deverão enviar a documentação para comprovar o direito à gratuidade pelos Correios.

Serão ao todo 12 cotas diárias por mês por um período de no máximo três meses. Cada cota corresponde até oito embarques por dia nos ônibus da cidade de São Paulo. Se o trabalhador for readmitido, deverá informar a SPTrans.

O usuário deverá ter um bilhete único cadastrado em seu nome. Após comprovado o direito à gratuidades, as cotas serão disponibilizadas nos cartões entre 15 e 20 dias. Depois de validado, basta o passageiro carregar as cotas em maquinas de recarga.

O interessado deverá enviar cópias do RG (frente e verso), CPF, PIS/PASEP, comprovante de residência de no máximo seis meses e uma cópia simples da consulta de Habilitação do Seguro Desemprego. A documentação deverá ser enviada por meio da Caixa Postal 77075 – CEP 01014-970. Mais informações, clique aqui.

Fonte: Via Trolebus

Zona norte recebe nova faixa exclusiva de ônibus

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A Zona Norte de São Paulo recebe nova faixa exclusiva para ônibus a partir desta segunda-feira. A rua Inácio Luís da Costa, no Parque São Domingos, região de Pirituba passa a contar com a intervenção de 1,4 km.

O trecho que vai ter o espaço exclusivo para coletivos e táxis com passageiros vai ser instalada no sentido bairro entre a Avenida dos Radialistas e a rua Joaquim Oliveira. Ela vai funcionar de segunda a sexta-feira das 17h às 20h.

De acordo com a CET, 106 mil pessoas utilizam os ônibus todos os dias em média em vinte linhas. Até o dia 22 de fevereiro, os motoristas não vão ser multados se passarem pela faixa exclusiva.

A partir daí, a infração é gravíssima, creditando sete pontos no prontuário do motorista e multa de R$ 191,54.

Com isso, a cidade passa a contar com 493 quilômetros de faixas para ônibus.

Fonte: Jovem Pan

Estudante pode consultar Bilhete Único Escolar pela internet

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Informação importante para o estudante que utiliza o passe escolar: As cotas para o ano de 2016, que engloba Passe Livre e a meia tarifa, terão validade a partir de fevereiro, seguindo o início das aulas de cada instituição de ensino.

A novidade é que os alunos que realizaram o pedido, podem consultar o status de sua solicitação através do sitehttp://estudante.sptrans.com.br. Nela, o usuário poderá conferir se o boleto já foi pago, o tipo de cota tem direito e em qual cartão os créditos estarão disponíveis.

O mesmo site serve para que os alunos que forem usar o bilhete pela primeira vez, façam o cadastro, e também para os alunos que queiram renovar o benefício. Eles deverão pagar o boleto referente à taxa de validação anual do Bilhete Escolar, no valor de sete tarifas, que corresponde a R$ 26,60.

O site também reúne informações e a possibilidade da solicitação do Passe Livre. A análise do cadastro é feita em até três dias úteis.

Fonte: Via Trolebus